Luis Lobão, professor de estratégia e desenvolvimento organizacional da Fundação Dom Cabral, concedeu uma entrevista à HSM Online sobre as oportunidades de potencializar o envolvimento das equipes através da web 2.0.
Ele afirma que o novo modelo de criação de valor denomina-se peer production, ou peering – uma descrição do que acontece quando grupos de pessoas e empresas colaboram de forma aberta para impulsionar a inovação e o crescimento. Porém, apenas a minoria das empresas brasileiras aproveitam das atividades sociais empreendedoras na web 2.0 para gerir seus negócios.
O motivo? Receio de exposição, afinal, as restrições de custo não são grandes impeditivos, pois existem plataformas que já oferecem alternativas para este tipo de gestão colaborativa de forma gratuita na internet.
“Poucas invenções influenciaram a humanidade com tal rapidez, forjando novos padrões de comportamento e, efetivamente alternada a forma como as pessoas executam tarefas diárias e vivem suas vidas. No entanto o potencial da rede é ainda muito pouco explorado pelas empresas. Apesar de praticamente todas as empresas terem seus sites e endereços eletrônicos, poucas demonstram compreender as possibilidades que a internet representa como ferramenta para o sucesso dos negócios”
Transforme a sua visão e utilização da web 2.0 para potencializar seu negócio: conheça o IDEIAR.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
OLHA A INOVAÇÃO, QUEM VAI QUERER?!
Recentemente publiquei um artigo perguntando: onde estão as verdadeiras empresas inovadoras brasileiras? Muito embora o artigo tenha indicado que a inovação virou clichê, esta conclusão me provocou uma nova reflexão.
Naturalmente, muitas pessoas estão satisfeitas em consumir marcas supostamente inovadoras, mas será que existe um público para consumir empresas e produtos verdadeiramente inovadores? Eu, daqui de trás do meu computador, acredito que este público está nascendo. Sou parte dele! Tenho, portanto, que direcionar meu consumo a estas empresas verdadeiramente inovadoras.
Descobri que no Japão existem lojas em que você escolhe amostras de produtos e as leva para casa sem custo. São lojas de degustação de amostras, onde cada cliente pode escolher até cinco produtos e levá-los sem custo... Ora, o comportamento de colocar amostras gratuitas em lojas é um comportamento inovador e, para saber quais são as empresas envolvidas é muito simples: basta ir a esta loja! E no Brasil?
Penso que deveria ser desenvolvido um espaço publicitário específico para os reais “CAUSOS E HISTÓRIAS DE INOVAÇÃO”.
Durante a reflexão que deu origem a este artigo, um fato deixou-me extremamente ensimesmado: a televisão brasileira não consegue produzir um único formato inovador. A exceção à regra é o programa 15 minutos da MTV, que tem Marcelo Adnet como apresentador. Típica atitude inovadora de desconstrução de modelos consagrados e total desapego com fórmulas pré-concebidas de sucesso! O resto é cópia da cópia, enlatado americano e variações do mesmo tema sem sair do tom.
Qual será a rede de TV que teria coragem de colocar sua audiência em um programa de tv e, ao vivo, ouvir estes telespectadores sobre suas expectativas e quereres? Eu diria: “Que tal um programa de televisão que falasse de negócios, mas não de grandes negócios e sim de pequenos?”. Vocês diriam: “Este programa já existe”. Mas e o formato?
O Sr. Clemente Nóbrega, guru empresarial, tem uma iniciativa, chamada Schemata, que poderia ser utilizada em formato televisivo. Mesa redonda, grandes consultores, case real e uma conversa franca e aberta com o objetivo de dar sugestões e soluções criativas para questões corriqueiras do dia-a-dia das pequenas e médias empresas: como aumentar vendas, estimular vendedores e etc. Vale lembrar que as pequenas e médias são 95% (quantitativamente) das empresas brasileiras.
Qual a emissora de tv inovadora que está buscando projetos inovadores e teria a coragem de apostar sem a garantia do retorno certo - como fazem com reality shows?
Senhores, a inovação é um comportamento do dia-a-dia, precisamos incluí-la no radar das empresas e consumidores e valorizá-la sob pena de continuarmos sob o império das fusões, aquisições, fornecedores únicos (que compram concorrentes) e pasteurização de produtos, serviços e atendimento ao cliente.
Consumidor: exija a inovação!
Empresas que querem uma ideia inovadora: consultem a sua comunidade - a inovação não partirá dos seus Diretores. Eles só sabem fazer a mesma coisa.
Nilson Cortez Júnior é especialista em Gestão Empresarial e Jogos de Empresas pela Fundação Getulio Vargas, consultor em Gestão de Ideias e sócio-fundador do Ideias10 (www.ideias10.com.br).
Naturalmente, muitas pessoas estão satisfeitas em consumir marcas supostamente inovadoras, mas será que existe um público para consumir empresas e produtos verdadeiramente inovadores? Eu, daqui de trás do meu computador, acredito que este público está nascendo. Sou parte dele! Tenho, portanto, que direcionar meu consumo a estas empresas verdadeiramente inovadoras.
Descobri que no Japão existem lojas em que você escolhe amostras de produtos e as leva para casa sem custo. São lojas de degustação de amostras, onde cada cliente pode escolher até cinco produtos e levá-los sem custo... Ora, o comportamento de colocar amostras gratuitas em lojas é um comportamento inovador e, para saber quais são as empresas envolvidas é muito simples: basta ir a esta loja! E no Brasil?
Penso que deveria ser desenvolvido um espaço publicitário específico para os reais “CAUSOS E HISTÓRIAS DE INOVAÇÃO”.
Durante a reflexão que deu origem a este artigo, um fato deixou-me extremamente ensimesmado: a televisão brasileira não consegue produzir um único formato inovador. A exceção à regra é o programa 15 minutos da MTV, que tem Marcelo Adnet como apresentador. Típica atitude inovadora de desconstrução de modelos consagrados e total desapego com fórmulas pré-concebidas de sucesso! O resto é cópia da cópia, enlatado americano e variações do mesmo tema sem sair do tom.
Qual será a rede de TV que teria coragem de colocar sua audiência em um programa de tv e, ao vivo, ouvir estes telespectadores sobre suas expectativas e quereres? Eu diria: “Que tal um programa de televisão que falasse de negócios, mas não de grandes negócios e sim de pequenos?”. Vocês diriam: “Este programa já existe”. Mas e o formato?
O Sr. Clemente Nóbrega, guru empresarial, tem uma iniciativa, chamada Schemata, que poderia ser utilizada em formato televisivo. Mesa redonda, grandes consultores, case real e uma conversa franca e aberta com o objetivo de dar sugestões e soluções criativas para questões corriqueiras do dia-a-dia das pequenas e médias empresas: como aumentar vendas, estimular vendedores e etc. Vale lembrar que as pequenas e médias são 95% (quantitativamente) das empresas brasileiras.
Qual a emissora de tv inovadora que está buscando projetos inovadores e teria a coragem de apostar sem a garantia do retorno certo - como fazem com reality shows?
Senhores, a inovação é um comportamento do dia-a-dia, precisamos incluí-la no radar das empresas e consumidores e valorizá-la sob pena de continuarmos sob o império das fusões, aquisições, fornecedores únicos (que compram concorrentes) e pasteurização de produtos, serviços e atendimento ao cliente.
Consumidor: exija a inovação!
Empresas que querem uma ideia inovadora: consultem a sua comunidade - a inovação não partirá dos seus Diretores. Eles só sabem fazer a mesma coisa.
Nilson Cortez Júnior é especialista em Gestão Empresarial e Jogos de Empresas pela Fundação Getulio Vargas, consultor em Gestão de Ideias e sócio-fundador do Ideias10 (www.ideias10.com.br).
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
A história das coisas
Annie Leonard é a autora do documentário "The Story of Stuff" que traduz, de forma criativa, limpa, direta e clara como chegamos aos padrões de consumo capitalistas e como estes padrões se tornaram os nossos maiores inimigos.
Capaz de reter a sua atenção durante 20 minutos ininterruptos, "A história das coisas" (versão brasileira) nos provoca a pensar na urgência necessária em INOVAR.
Dos moldes de extração e produção até a venda, consumo e descarte, inovar é a saída mais coerente e inteligente para a nossa sociedade. Por isso, faça a sua parte e comece agora mesmo: www.ideiar.com.br.
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Dos moldes de extração e produção até a venda, consumo e descarte, inovar é a saída mais coerente e inteligente para a nossa sociedade. Por isso, faça a sua parte e comece agora mesmo: www.ideiar.com.br.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
GreenXchange: a inovação aberta como caminho para a sustentabilidade
Mais uma prova de que a inovação aberta está sendo adotada como estratégia das grandes organizações foi divulgada no Business Wire (central de press releases) esta semana.
Nike, Bestbuy e Yahoo! são algumas das 10 organizações envolvidas no GreenXchange (GX), uma plataforma criada na internet para as empresas compartilharem suas propriedades intelectuais, a fim de agilizar o desenvolvimento de soluções inovadoras rumo a sustentabilidade.
Don Tapscott, co-autor de “Wikinomics” e conselheiro da nGenera Insight, é um visionário que ajudou na incubação do GX em conjunto com o laboratório de inovação e negócios sustentáveis da Nike. Tapscott disse: “Cada vez mais, compartilhar parte da sua propriedade intelectual faz sentido em termos comerciais para as empresas. O GreenXchange é o novo bem comum e, aplicando a inovação aberta à sustentabilidade, contribuirá não apenas para a saúde e o bem-estar do nosso planeta, mas também para o controle de custos e competitividade das empresas participantes.”
Assista ao vídeo (muito bacana) criado pelo GreenXchange.
Mais informações: greenxchange.force.com
Mas ATENÇÃO! Você não precisa ser uma grande organização (como a Nike e o Yahoo!) para experimentar os benefícios da inovação aberta. O Ideiar é uma ferramenta gratuita que já está disponível para qualquer organização que deseja implantar esta estratégia na sua gestão! Acesse agora www.ideiar.com.br e democratize ideias você também!
Nike, Bestbuy e Yahoo! são algumas das 10 organizações envolvidas no GreenXchange (GX), uma plataforma criada na internet para as empresas compartilharem suas propriedades intelectuais, a fim de agilizar o desenvolvimento de soluções inovadoras rumo a sustentabilidade.
Don Tapscott, co-autor de “Wikinomics” e conselheiro da nGenera Insight, é um visionário que ajudou na incubação do GX em conjunto com o laboratório de inovação e negócios sustentáveis da Nike. Tapscott disse: “Cada vez mais, compartilhar parte da sua propriedade intelectual faz sentido em termos comerciais para as empresas. O GreenXchange é o novo bem comum e, aplicando a inovação aberta à sustentabilidade, contribuirá não apenas para a saúde e o bem-estar do nosso planeta, mas também para o controle de custos e competitividade das empresas participantes.”
Assista ao vídeo (muito bacana) criado pelo GreenXchange.
Mais informações: greenxchange.force.com
Mas ATENÇÃO! Você não precisa ser uma grande organização (como a Nike e o Yahoo!) para experimentar os benefícios da inovação aberta. O Ideiar é uma ferramenta gratuita que já está disponível para qualquer organização que deseja implantar esta estratégia na sua gestão! Acesse agora www.ideiar.com.br e democratize ideias você também!
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Um retrato da inovação sistêmica nas organizações brasileiras
A Revista Classe Mundial 2009, publicação anual da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), traz um artigo muito interessante sobre inovação. O conteúdo ressalta alguns princípios essenciais característicos das organizações inovadoras, que foram discutidos no 7º. Fórum Empresarial, evento promovido pela organização em novembro de 2009 que reuniu profissionais de diversos perfis e setores da economia ao redor do tema “Cultura de Inovação”.
Para estimular a compreensão, enumeramos e resumimos neste post os aspectos destacados no artigo.
1. Públicos: Os públicos de relacionamento de uma organização, sejam eles de vínculo direto ou indireto, influenciam no processo de inovação.
“As empresas não são mais unidades isoladas. Clientes, fornecedores, governos, universidades, centros de pesquisa, comunidades e até o meio ambiente compõem uma intrincada rede de relações que determina um olhar ampliado da gestão às necessidades ou oportunidades de inovação.”
“Em organizações inovadoras, as pessoas não são recursos de inovação e sim agentes de conhecimento e de mudança, abertas ao novo e ao pensar diferente.”
2. Processos de inovação
“A existência de processos formais ou informais que facilitem a participação dos profissionais na geração de ideias é também fator presente em organizações inovadoras.”
3. Gestão sistêmica: A cultura da inovação não foge à realidade já constatada no mercado - de que a gestão sistêmica e integrada é essencial para não se perder a competitividade. E a internet exerce papel fundamental sobre a gestão sistêmica da inovação.
“Organizações inovadoras inovam de forma sistêmica.”
Marcos Augusto de Vasconcellos, coordenador do Fórum de Inovação da FGV e professor do Departamento de Operações da Escola de Administração e Economia da FGV (EAESP/FGV).
“A informação está na rede e não apenas na empresa. Não é só das 9 da manhã às 5 da tarde que se inova.”
Ricardo Guimarães, presidente da Thymus Branding e membro do Conselho Curador da FNQ.
“A conectividade é a via central de condução do processo de inovação. Infelizmente, muitos gestores enxergam a facilidade que a internet propiciou como um problema e não uma oportunidade.”
Christopher Meyer, especialista.
4. Características da inovação sistêmica
- Ambiente aberto à inovação;
- Pessoas questionadoras e com laços fortes com a empresa;
- Abertura para a possibilidade de erro e de aprendizagem com o fracasso;
- Estrutura organizacional fluida, com mobilidade, adaptabilidade e comunicação aberta;
- Líderes inovadores, transformadores e mobilizadores;
- Forma ousada de interpretar o mercado e influenciar o meio.
5. “Metodologia de Análise da Organização Inovadora”
Desenvolvida pela FGV, a metodologia se destina a mensurar o grau de inovação de uma empresa. Para isso, leva em consideração cinco dimensões da estrutura da mesma.
- O papel da liderança na definição das estratégias e no incentivo à inovação;
- O meio inovador interno como condição sine qua non para o estímulo à criatividade;
- As pessoas das quais surgem as novas ideias;
- O processo de inovação, que compreende desde a alocação de recursos até a implementação das inovações;
- Os resultados da organização, que são a prova material de que a cultura de inovação contribui de forma definitiva para o sucesso.
6. Quebra de paradigmas e vantagens das MPEs: As Micro e Pequenas Empresas (MPEs) têm vantagem sobre as grandes para se lançar no universo das inovações, tendo em vista que não precisam enfrentar a quebra dos paradigmas para inovar, característica de grande parte das grandes empresas.
"Estudos mostram que 75% das empresas que estarão entre as 500 maiores do mundo em 2050 ainda são desconhecidas – evidência de que os negócios pequenos ou grandes que não investirem em inovação podem estar abrindo mão de um futuro promissor."
7. Realidade do cenário nacional
"No ranking de inovação tecnológica feito pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), a situação do Brasil no panorama mundial não é nada confortável: ocupa o 42º lugar – de um total de 48 nações listadas."
Se a sua organização quer melhorar este cenário brasileiro, somando pontos para a sua competitividade mercadológica, conheça e implante agora mesmo o Ideiar: www.ideiar.com.br
Para estimular a compreensão, enumeramos e resumimos neste post os aspectos destacados no artigo.
1. Públicos: Os públicos de relacionamento de uma organização, sejam eles de vínculo direto ou indireto, influenciam no processo de inovação.
“As empresas não são mais unidades isoladas. Clientes, fornecedores, governos, universidades, centros de pesquisa, comunidades e até o meio ambiente compõem uma intrincada rede de relações que determina um olhar ampliado da gestão às necessidades ou oportunidades de inovação.”
“Em organizações inovadoras, as pessoas não são recursos de inovação e sim agentes de conhecimento e de mudança, abertas ao novo e ao pensar diferente.”
2. Processos de inovação
“A existência de processos formais ou informais que facilitem a participação dos profissionais na geração de ideias é também fator presente em organizações inovadoras.”
3. Gestão sistêmica: A cultura da inovação não foge à realidade já constatada no mercado - de que a gestão sistêmica e integrada é essencial para não se perder a competitividade. E a internet exerce papel fundamental sobre a gestão sistêmica da inovação.
“Organizações inovadoras inovam de forma sistêmica.”
Marcos Augusto de Vasconcellos, coordenador do Fórum de Inovação da FGV e professor do Departamento de Operações da Escola de Administração e Economia da FGV (EAESP/FGV).
“A informação está na rede e não apenas na empresa. Não é só das 9 da manhã às 5 da tarde que se inova.”
Ricardo Guimarães, presidente da Thymus Branding e membro do Conselho Curador da FNQ.
“A conectividade é a via central de condução do processo de inovação. Infelizmente, muitos gestores enxergam a facilidade que a internet propiciou como um problema e não uma oportunidade.”
Christopher Meyer, especialista.
4. Características da inovação sistêmica
- Ambiente aberto à inovação;
- Pessoas questionadoras e com laços fortes com a empresa;
- Abertura para a possibilidade de erro e de aprendizagem com o fracasso;
- Estrutura organizacional fluida, com mobilidade, adaptabilidade e comunicação aberta;
- Líderes inovadores, transformadores e mobilizadores;
- Forma ousada de interpretar o mercado e influenciar o meio.
5. “Metodologia de Análise da Organização Inovadora”
Desenvolvida pela FGV, a metodologia se destina a mensurar o grau de inovação de uma empresa. Para isso, leva em consideração cinco dimensões da estrutura da mesma.
- O papel da liderança na definição das estratégias e no incentivo à inovação;
- O meio inovador interno como condição sine qua non para o estímulo à criatividade;
- As pessoas das quais surgem as novas ideias;
- O processo de inovação, que compreende desde a alocação de recursos até a implementação das inovações;
- Os resultados da organização, que são a prova material de que a cultura de inovação contribui de forma definitiva para o sucesso.
6. Quebra de paradigmas e vantagens das MPEs: As Micro e Pequenas Empresas (MPEs) têm vantagem sobre as grandes para se lançar no universo das inovações, tendo em vista que não precisam enfrentar a quebra dos paradigmas para inovar, característica de grande parte das grandes empresas.
"Estudos mostram que 75% das empresas que estarão entre as 500 maiores do mundo em 2050 ainda são desconhecidas – evidência de que os negócios pequenos ou grandes que não investirem em inovação podem estar abrindo mão de um futuro promissor."
7. Realidade do cenário nacional
"No ranking de inovação tecnológica feito pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), a situação do Brasil no panorama mundial não é nada confortável: ocupa o 42º lugar – de um total de 48 nações listadas."
Se a sua organização quer melhorar este cenário brasileiro, somando pontos para a sua competitividade mercadológica, conheça e implante agora mesmo o Ideiar: www.ideiar.com.br
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Inovar é o melhor caminho para competir
A BusinessWeek publicou recentemente uma matéria interessante sobre as técnicas de competição aplicadas nas empresas. O autor é Richard Mammone, Ph.D., professor acadêmico, vice-presidente da Rutgers University e diretor executivo do Instituto BEST.
A matéria demonstra que, atualmente, na saga por combater seus concorrentes, os empresários optam pela guerra de preços entre os produtos. Porém, segundo o autor, estes parceiros do mundo dos negócios deveriam atentar para outra alternativa de competição: a de coletar a inteligência do mercado concorrente para inovar em seus produtos - conseguindo assim, por fim, combatê-la.
"A melhor maneira de crescer no mercado é fazer do seu bolo o maior de todos, ao invés de apenas fazer a sua fatia maior no bolo."
A BusinessWeek comprova, nesta matéria, que a inovação não é apenas um diferencial para as organizações atuais e, sim, uma necessidade na gestão do marketing.
Inove você também no seu negócio utilizando o Ideiar: www.ideiar.com.br
A matéria demonstra que, atualmente, na saga por combater seus concorrentes, os empresários optam pela guerra de preços entre os produtos. Porém, segundo o autor, estes parceiros do mundo dos negócios deveriam atentar para outra alternativa de competição: a de coletar a inteligência do mercado concorrente para inovar em seus produtos - conseguindo assim, por fim, combatê-la.
"A melhor maneira de crescer no mercado é fazer do seu bolo o maior de todos, ao invés de apenas fazer a sua fatia maior no bolo."
A BusinessWeek comprova, nesta matéria, que a inovação não é apenas um diferencial para as organizações atuais e, sim, uma necessidade na gestão do marketing.
Inove você também no seu negócio utilizando o Ideiar: www.ideiar.com.br
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
A grande ideia da década
Clemente Nóbrega, autor do blog Ideias e Inovação da Revista Época Negócios, afirma na sua primeira coluna de janeiro que a melhor ideia da última década é a descoberta de que a criatividade pode ser capturada por ferramentas. Ele defende que tais ferramentas são aquelas capazes de oferecer a oportunidade de criar a todos, e não apenas aos “gênios” consagrados da inovação. Confira a coluna comentada no vídeo.
Fonte: http://colunas.epocanegocios.globo.com/ideiaseinovacao
E você, já está usando a ferramenta gratuita capaz de democratizar ideias?
Acesse: www.ideiar.com.br
Fonte: http://colunas.epocanegocios.globo.com/ideiaseinovacao
E você, já está usando a ferramenta gratuita capaz de democratizar ideias?
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